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A RESOLUÇÃO CONAMA nº. 316, de 2002, em seu art. 38, regulamenta os limites máximos de emissão de poluentes na atmosférica, para as Dioxinas e Furanos: dibenzo-p-dioxinas e dibenzo-p-furanos, expressos em TEQ (total de toxicidade equivalente) da 2,3,7,8 TCDD (tetracloro-dibenzo-para-dioxina): 0,50 ng/Nm3.

FORMAÇÃO DE DIOXINAS E FURANOS

As dioxinas e furanos são compostos extremamente tóxicos e nocivos à saúde humana, quando presentes em pequenas concentrações no meio ambiente (acima de 1 ng/m³). São representados por uma família de substâncias cuja característica principal é a presença de dois anéis benzênicos interligados por átomos de oxigênio e contendo ligações nos anéis, principalmente átomos de cloro.

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A formação de dioxinas e furanos na incineração está associada à utilização de pequenos excessos de oxigênio na mistura, à utilização de altas pressões e à operação das câmaras de combustão em uma faixa de temperatura que vai dos 200ºC até os 800ºC, com pico de formação em 450OC. Nesta faixa de temperatura, os níveis de oxidação das ligações existentes entre átomos de carbono de dois anéis benzênicos são baixos, propiciando a formação de uma ou duas ligações entre os átomos de carbono e de oxigênio.

 

Fonte: FORMAÇÃO DE DIOXINAS E FURANOS, Apontamentos do ENGº Marcelo Pestana, SENAI/CETIND 2009.

Autor: JRSH

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