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ž Trabalhadores com mais de 35 anos;

ž Os que atingem salários muito altos, não se curvam ao autoritarismo nem se deixam subjugar e são mais competentes que o agressor;

ž Saudáveis, escrupulosos e honestos, perfeccionistas, não hesitam em trabalhar nos finais de semana, ficam até mais tarde e não faltam ao trabalho mesmo quando doentes;

ž Pessoas que têm senso de culpa muito desenvolvido e aqueles que vivem sós;

ž Pessoas que estão perdendo a cada dia a resistência física e psicológica para suportar humilhações;

ž Portadores de deficiência ou problemas de saúde;

ž Os que têm crença religiosa ou orientação sexual diferente daquele que assedia;

ž Os que têm limitação de oportunidades por serem especialistas;

ž Os egressos do sistema prisional;

ž Homens em um grupo de mulheres e mulheres em um grupo de homens;

ž Mulheres casadas, grávidas as que têm filhos pequenos.

A tutela do trabalhador se entrelaça com sua essência e dignidade humana. Jamais a subordinação jurídica pode ser interpretada como menosprezo do empregado ou consentimento para impor-lhe humilhações e constrangimentos.

Constitui-se objetivo fundamental do país a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Autor: JRSH

Fontes: http://www.oitbrasil.org.br/news/clipping/ler_clipping.php?id=714; e os

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