O meio ambiente do trabalho. O assédio moral nas relações de trabalho. As perdas.

Postado por Meio Ambiente e Cidadania 13 de jun de 2011

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a) Perdas para a Empresa:

ž queda da produtividade e menor eficiência; imagem negativa da empresa perante os consumidores e mercado de trabalho;

ž alteração na qualidade do serviço/produto e baixo índice de criatividade;

ž doenças profissionais, acidentes de trabalho e danos aos equipamentos;

ž troca constante de empregados , ocasionando despesas com rescisões, seleção e treinamento de pessoal;

ž aumento de ações trabalhistas, inclusive com pedidos de reparação por danos morais.

b)Perdas para o assediado:

ž Dependendo do perfil psicológico do assediado e de sua condição social, sabe-se que sua capacidade de se rebelar contra o assédio moral no ambiente de trabalho é limitada, justamente por ser o empregado a parte mais fraca da relação. Surgem, então, empregados desprovidos de motivação, de criatividade, de capacidade de liderança, de espírito de equipe e com poucas chances de se manterem “empregáveis”.Acabam por se sujeitar às mais diversas humilhações, adoecendo psicológica e/ou fisicamente.

ž Uma das conseqüências mais marcantes do assédio moral é justamente registrada no campo de saúde e segurança do trabalho, pois, diante de um quadro inteiramente desfavorável à execução tranqüila e segura do serviço que foi lhe conferido, o empregado assediado sente-se ansioso, despreparado e inseguro. Em conseqüência, quando não é demitido pela baixa produtividade, aumentam os riscos de vir a sofrer doenças profissionais ou acidentes do trabalho (depressão, estresse, gastrite nervosa, distúrbio do sono).

Segue o passo a passo de atendimento às vítimas de assédio moral no Ministério Público, segunda a procuradora do trabalho do Ministério Público, Valesca de Moraes do Monte:

Primeiramente, o Ministério Público recebe a denúncia.  Nesta etapa, o procurador toma conhecimento dos fatos. Chama a empresa.

Depois começa a investigação para verificar a veracidade dos acontecimentos. Uma vez constatado o assédio moral, tenta firmar um termo de compromisso, que é um procedimento extrajudicial, conhecido como TAC (Termo de Ajustamento de Conduta).

Se não for aceito pela empresa, inicia-se uma Ação Civil Pública.

A procuradora explica que a denúncia precisa ser responsável para gerar uma ação consistente e séria.

A dificuldade na formação das provas leva a invalidação da atuação do MPT, reiterou.  Esclarece que o MPT, não advoga para uma pessoa, pois visa proteger os direitos difusos e coletivos.

Informa que, de acordo com pesquisas, 42% dos brasileiros já sofreram alguma violência moral. "Muitas vezes, quando é chamado o responsável da empresa, ele acusa uma pessoa específica, por exemplo, um gerente, sem se preocupar com o ambiente".

Autoe: JRSH

Fontes: http://www.oitbrasil.org.br/news/nov/ler_nov.php?id=3186

e os Apontamentos do autor.

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