VAZAMENTO DA CHEVRON

Postado por Meio Ambiente e Cidadania 18 de nov de 2011

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A figura postada é meramente ilustrativa.

Segundo a ANP, pelo menos mil barris de petróleo foram derramados no mar, no entorno do campo de produção de Frade, na Bacia de Campo, que é operado pela multinacional Chevron, com 30% de participação da Petrobrás. O vazamento foi identificado no dia 07 de novembro, sem grandes alardes, nem investigações contundentes, muito menos repercussão na mídia. Somente após a presidenta Dilma ter se pronunciado, no dia 11, cobrando "uma rigorosa apuração das causas do acidente, bem como de suas responsabilidades", é que o caso ganhou repercussão nacional e internacional.

Os primeiros pronunciamentos da Chevron foram de que o vazamento era fruto de uma "rachadura" no leito do oceano, considerada "normal" na Bacia de Campos. A multinacional e a ANP também divulgaram informações contraditórias sobre o impacto do vazamento. A Chevron comunicou que estimava entre 400 e 650 barris o volume de óleo derramado no mar. Para a ANP, o impacto do acidente é bem maior: pelo menos mil barris de petróleo. Com base em imagens de satélite, ambientalistas consultados pelo Greenpeace estimam que o vazamento seja dez vezes maior do que foi divulgado até agora.

Após um sobrevôo no dia 15 na área do acidente, a Polícia Federal  decidiu instaurar um inquérito para apurar os fatos e responsabilizar a multinacional pelos danos causados. Segundo a PF, a Chevron estaria "omitindo informações" para tentar minimizar o impacto do acidente e também mentiu sobre o controle do vazamento. Na vistoria feita pela delegacia de Meio Ambiente da Polícia Federal, apenas uma embarcação foi localizada na contenção do vazamento e não as 18 que foram informadas pela empresa.

Por: JRSH

Fonte: http://www.fup.org.br

Data da consulta a FUP, 18 de novembro de 2011

Fonte da Figura: http://blogdofavre.ig.com.br

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